O Inverno está no auge e com o frio a fazer-se sentir de forma muito forte de norte a sul do país é necessário recorrer-se a sistemas de aquecimento para aumentar o bem estar do lar. As opções são muitas e cada uma apresentará as suas vantagens, mas na hora de escolher é importante ter em conta qual apresenta a melhor relação preço custo.
Casas que dispõem de lareira, à partida, poderão ter meio problema resolvido. Apenas meio resolvido porque depois ainda falta arranjar a lenha. Se tem familiares que trabalhem/dediquem tempo à apanha de lenha já tem uma grande vantagem, mas caso precise de comprar terá aí uma despesa regular durante o Inverno.

Em ambos os casos é importante conhecer os tipos de madeira que queima na sua lareira para obter um maior rendimento tanto da madeira consumida como da energia que pode libertar dela. Para obter um maior rendimento energético da sua lareira pode sempre optar por fechá-la e/ou instalar um sistema de recuperação de calor. Embora requeira um investimento considerável, a médio prazo poderá poupar no consumo de lenha e a curto prazo notará um maior aproveitamento do calor libertado pela lenha e, como tal, a casa mais quente.
Caso não tenha lareira poderá optar por outro tipo de opções como os aquecedores eléctricos ou a gás, por exemplo. Estas opções requerem um custo superior em termos de fornecimento de energia (electricidade ou gás) mas ganham na portabilidade. Com um pequeno aquecedor eléctrico (ou “bufa gatos”, como dizem os nossos amigos açorianos) facilmente pode aquecer as várias divisões da casa.
Mais potência, mais aquecimento!
Relativamente ao rendimento, será lógico observar que quanto mais potente for o equipamento, mais calor vai produzir mas também mais caro poderá ficar a conta da electricidade no final do mês.
No caso dos aquecedores a gás, estes são uma alternativa muito eficiente no aquecimento da casa, no entanto há cuidados de segurança a ter em conta relativamente às emissões de monóxido de carbono. Esta forma de aquecimento é mais amiga do ambiente que as lareiras e desde que se tomem as devidas precauções relativamente ao sistema de ventilação, não só por causa do já falado monóxido de carbono, mas também por causa de doenças respiratórias que possam ser agravadas com o aumento da humidade.
Por fim temos os aparelhos de ar condicionado. Estes aparelhos revelam-se um investimento para todo o ano, pois se no Inverno aquecem a casa no Verão podem arrefecê-la. São mais rápidos e fáceis de controlar o desempenho, mas apresentam a desvantagem do elevado gasto energético, neste caso electricidade.
Nota: Artigo originalmente publicado a 22 de Abril de 2014. Conteúdo foi actualizado.


Dentro de alguns meses, a redução da temperatura vai começar a criar a necessidade de providenciar ambientes residenciais mais quentes e acolhedores, face ao Inverno que se aproxima. Para tal, há algumas alterações e adaptações que é necessário fazer, sobretudo no que toca à decoração das casas. Isto porque, há poucas casas portuguesas com infra-estruturas realmente adaptadas ao frio e ao clima invernal. Estas mudanças vão da decoração à instalação de lareiras e pavimentos. Para quem gosta de apostar numa decoração sofisticada e requintada,
are a chegada do Outono e antecipe as contingências do mau tempo que acompanha a estação, com especial destaque para as baixas temperaturas. O frio é um convite para ficar em casa, mas essa contingência pode ser aproveitada para reatar a relação a dois e conferir um pouco mais de romance ao dia-a-dia.
A regulação da temperatura numa