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Arquitectura, Construção e Imobiliário

Arquitectura, Engenharia Civil, Actividades especializadas de construção, Arrendamento de bens imóveis, Compra e Venda de Bens Imóveis

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Aquecimento na sua casa nas noites frias?

4 de Junho de 2020 by Diogo Pinheiro Deixe um comentário

O Inverno está no auge e com o frio a fazer-se sentir de forma muito forte de norte a sul do país é necessário recorrer-se a sistemas de aquecimento para aumentar o bem estar do lar. As opções são muitas e cada uma apresentará as suas vantagens, mas na hora de escolher é importante ter em conta qual apresenta a melhor relação preço custo.
Casas que dispõem de lareira, à partida, poderão ter meio problema resolvido. Apenas meio resolvido porque depois ainda falta arranjar a lenha. Se tem familiares que trabalhem/dediquem tempo à apanha de lenha já tem uma grande vantagem, mas caso precise de comprar terá aí uma despesa regular durante o Inverno.
aquecimento
Em ambos os casos é importante conhecer os tipos de madeira que queima na sua lareira para obter um maior rendimento tanto da madeira consumida como da energia que pode libertar dela. Para obter um maior rendimento energético da sua lareira pode sempre optar por fechá-la e/ou instalar um sistema de recuperação de calor. Embora requeira um investimento considerável, a médio prazo poderá poupar no consumo de lenha e a curto prazo notará um maior aproveitamento do calor libertado pela lenha e, como tal, a casa mais quente.
Caso não tenha lareira poderá optar por outro tipo de opções como os aquecedores eléctricos ou a gás, por exemplo. Estas opções requerem um custo superior em termos de fornecimento de energia (electricidade ou gás) mas ganham na portabilidade. Com um pequeno aquecedor eléctrico (ou “bufa gatos”, como dizem os nossos amigos açorianos) facilmente pode aquecer as várias divisões da casa.

Mais potência, mais aquecimento!

Relativamente ao rendimento, será lógico observar que quanto mais potente for o equipamento, mais calor vai produzir mas também mais caro poderá ficar a conta da electricidade no final do mês.

No caso dos aquecedores a gás, estes são uma alternativa muito eficiente no aquecimento da casa, no entanto há cuidados de segurança a ter em conta relativamente às emissões de monóxido de carbono. Esta forma de aquecimento é mais amiga do ambiente que as lareiras e desde que se tomem as devidas precauções relativamente ao sistema de ventilação, não só por causa do já falado monóxido de carbono, mas também por causa de doenças respiratórias que possam ser agravadas com o aumento da humidade.
Por fim temos os aparelhos de ar condicionado. Estes aparelhos revelam-se um investimento para todo o ano, pois se no Inverno aquecem a casa no Verão podem arrefecê-la. São mais rápidos e fáceis de controlar o desempenho, mas apresentam a desvantagem do elevado gasto energético, neste caso electricidade.
Nota: Artigo originalmente publicado a 22 de Abril de 2014. Conteúdo foi actualizado.

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Austrália desenvolve rating da eficiência dos sistemas de climatização

1 de Junho de 2020 by Marco Deixe um comentário

Como país submetido a extremas temperaturas durante o Verão, a Austrália tem preocupações energéticas muito próprias. Talvez por isso estejam a trabalhar num sistema que poderá ter repercussões a nível mundial: a agência governamental Sustainability Victoria pretenda medir a eficiência dos sistemas de climatização instalada nos lares Australianos.

A ferramenta online pretende encorajar as boas práticas na área da climatização de edifícios, recolhendo dados quantitativos e qualitativos, para assim poder avaliar correctamente a real eficiência dos sistemas de climatização em uso pelo país. Os dados internacionais indicam que a climatização é responsável por entre 40-75% dos custos energéticos de uma habitação, e representam cerca de 50% das melhorias possíveis na eficiência energética.

Pensada para ser integrada nos restantes sistemas de rating de edifícios, a ferramenta “Calculating Cool” tem um objectivo final de criar um rating da eficiência dos diversos tipos de sistemas de climatização disponíveis comercialmente, tendo impacto previsível no desenho, concepção e instalação dos sistemas de climatização futuros.

Qual a importância de um rating da eficiência da climatização?

O sistema de certificação energética dos edifícios estabelece um conjunto de regras e ferramentas para classificar a eficiência energética de um edifício, mas tal certificação não existe para os equipamentos de ar condicionado e climatização instalados posteriormente.

Actualmente, os equipamentos de ar condicionado são classificados segundo o rácio de eficiência energética sazonal (SEER).

Na Europa, estes sistemas são classificados segundo o European Seasonal Energy Efficiency Ratio (ESEER) para o arrefecimento e o coeficiente de desempenho sazonal (SCOP) para o aquecimento.

Em diversos países Europeus, estes valores servem posteriormente para a regulação energética de edifícios de construção nova.

No entanto os parâmetros ESEER que pressupõem uma temperatura ambiente mínima de 20ºC não são realisticamente aplicáveis para uma boa parte dos países do Norte da Europa.

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Assim, urgem os sistemas de medição da eficiência dos sistemas de climatização mais adequados às idiossincrasias de cada país ou região. Ao mesmo tempo, as habitações existentes antes da entrada em vigor de qualquer um destes sistemas de classificação não têm verdadeiramente uma classificação energética conhecida.

Complementarmente, a classificação é válida para um equipamento de ar condicionado, mas não cobre a instalação de sistemas mais complexos, e pode não reflectir a posterior eficiência prática destes equipamentos durante o seu funcionamento, ao não levar em consideração o arrefecimento natural.

Ou seja, os padrões ESEER não cobrem a totalidade dos parâmetros possíveis para um sistema de climatização.

Armados com conhecimentos mais profundos, do tipo pretendido pela “Calculating Cool”, não só os clientes poderiam decidir de modo mais informado, como os fabricantes e engenheiros poderiam conceber equipamentos mais adequados às necessidades de eficiência energética da climatização.

Até lá, e quando procurarem equipamentos de ar condicionado, os potenciais compradores devem levar em consideração os equipamentos de funcionamento silencioso, a possibilidade de utilização de ventilação apenas para períodos noturnos, e a existência de alertas para verificação periódica dos filtros. E claro, verificar sempre a classificação ESEER do equipamento.

Nota: Artigo originalmente publicado a 29 de Abril de 2014. Conteúdo foi actualizado.

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Painéis solares: poderá vir aí uma revolução?

14 de Maio de 2020 by Marco Deixe um comentário

O sol é porventura a fonte de energia mais constante e durável ao dispor da humanidade, mas embora os painéis solares sejam uma solução energética apetecível, actualmente são igualmente pouco económicos, já que possuem uma eficiência energética demasiado baixa. Tipicamente, as células fotovoltaicas de silicone são capazes de converter em energia apenas 25% da luz solar que incide sobre elas, uma percentagem baixa e de enorme desperdício. Por isso, as investigações têm-se concentrado na concepção de materiais de substituição do silicone e algumas soluções destacam-se sobre as outras.

As células fotovoltaicas comuns encontram-se cobertas de semicondutores que possuem a chamada gap de energia/banda proibida ou “band gap”, definida como a diferença energética entre a parte superior da banda de valência e a parte inferior da banda de condução. A amplitude desta fenda determina a a condutividade eléctrica do semicondutor, já que só é possível aproveitar os electrões da banda de valência que possuam energia térmica suficiente para ultrapassar a banda proibida.

Painéis solares impressos.

Diversos investigadores têm vindo a desenvolver células fotovoltaicas capazes de converter em energia até 42,5% da luz recebida, antevendo-se eficiências na ordem dos 50%. Como as matérias-primas para o fabrico dos semicondutores são caras, investigadores da Universidade do Illinois criaram uma técnica pela qual só 0,1% da superfície de uma célula fotovoltaica se encontra coberta de semicondutores: os semicondutores são fabricados em pilhas impressas nível a nível sobre a superfície da célula.

paineis_solares

A solução mais engenhosa é a utilização de lentes de baixo custo que são colocadas sobre cada pilha semiconductiva, concentrando sobre elas toda a intensidade da luz solar recebida ao contrário de a espalharem ao longo de todo o painel.

A técnica, anunciada pela primeira vez em 2008, recebeu já uma evolução apreciável. O seu maior problema é a necessidade de manter os painéis solares móveis de modo a que permaneçam sempre perpendiculares em relação ao sol, pois só assim as lentes concentrarão a luz recebida sobre as pilhas de semicondutores. Este é um sistema que a empresa Semprius tem já em teste em diversas localizações mundiais, e promete ser mais económico que centrais a carvão de potências equivalentes.

Painéis solares: flexibilidade a toda a prova?

A Semprius, tal como outras companhias e equipas de investigadores, já levou a impressão de células fotovoltaicas a outro nível, procurando eliminar a necessidade de motores de orientação dos painéis, e a rigidez arquitectónica que eles exigem.

Os painéis solares flexíveis são cada vez mais uma realidade, mas actualmente a sua eficiência é ainda mais baixa que a dos painéis convencionais, tipicamente 4% e atingindo cerca de 10% com soluções como as da Heliatek. Outras soluções encontram-se em investigação, como o sistema de impressão de painéis solares flexíveis desenvolvido na Universidade de Melbourne.

Mas como a eficiência deste tipo de painéis continua extremamente baixa, procuram-se urgentemente soluções para a aumentar. Uma das opções vem precisamente da Universidade do Illinois e dos fundadores da Semprius e utiliza uma tinta luminescente para concentrar a luz solar recebida num painel solar de plástico.

Num conceito semelhante, investigadores de Manchester criaram uma tinta especial de grafeno que pode produzir energia solar, e mesmo mudar de cor!

No futuro próximo, os painéis solares têm por isso o potencial para se tornarem mais polivalentes e integráveis em soluções arquitectónicas mais atraentes, com eficiência elevada por comparação à possível com a tecnologia actual.

Nota: Artigo originalmente publicado a 24 de Abril de 2014. Conteúdo foi actualizado

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Lareiras Focus ideais para se preparar para o Inverno

30 de Março de 2020 by Jorge Alves Correia Deixe um comentário

lareiras focusDentro de alguns meses, a redução da temperatura vai começar a criar a necessidade de providenciar ambientes residenciais mais quentes e acolhedores, face ao Inverno que se aproxima. Para tal, há algumas alterações e adaptações que é necessário fazer, sobretudo no que toca à decoração das casas. Isto porque, há poucas casas portuguesas com infra-estruturas realmente adaptadas ao frio e ao clima invernal. Estas mudanças vão da decoração à instalação de lareiras e pavimentos. Para quem gosta de apostar numa decoração sofisticada e requintada, as lareiras Focus são uma boa opção.

Gustavo Pinto, arquitecto brasileiro, revelou ao jornal «Bem Paraná» que materiais como «papel de parede, tijolos à vista ou madeira podem passar uma sensação de aconchego, sendo que, em obras maiores, pode aplicar-se o piso aquecido antes da aplicação dos novos revestimentos.» No que se refere à decoração, o ideal é recorrer a cores quentes e a materiais com texturas e tecidos aconchegantes, sobretudo nos móveis». No que toca ao aquecimento, as lareiras Focus são uma excelente opção, quer em termos de climatização, quer ao nível decorativo, dado o seu design inovador e de vanguarda.

Equipamentos como as lareiras Focus ajudam a criar ambientes mais quentes e acolhedores no Inverno

Por outro lado, utilizar iluminação de cor amarela e diversos tapetes pode ajudar a aquecer ambientes mais frios. Outras opções a ter em conta são as mantas nos sofás e o recurso a tapetes, excelentes objectos de decoração, que também ajudam a aquecer a casa no Inverno. Mas, as iniciativas de monta e que podem fazer a diferença são os sistemas de calafetação e a instalação de lareiras.

O arquitecto Gustavo Pinto revelou àquele jornal estadual que «as lareiras a gás precisam de tubos e exigem o cuidado de renovação do ar no ambiente». No entanto, estes equipamentos de climatização, com destaque para as lareiras Focus, são os mais indicados para aquecer os lares na altura do frio.

Outras iniciativas passam pela instalação de material para isolamento térmico, nomeadamente vidros duplos e esquadrias de PVC. No entanto, o Inverno também é a altura do ano em que as casas permanecem mais tempo fechadas. Como tal, é importante aproveitar o período entre o final da manhã e o meio da tarde para arejar as várias divisões.

Por vezes, basta uma pequena abertura para deixar entrar o ar. Ao deixar o vento circular, o ar renova-se e a humidade sai. No final do dia, quando o frio começa a apertar, o ideal é fechar as janelas e as cortinas para não deixar sair o calor. Mais à noite, é hora das lareiras funcionarem e darem um ar da sua graça.

É importante deixar a casa a arejar durante o dia e fechá-la ao final da tarde para reter o calor

Pode aproveitar e colocar aqueles «chouriços» tradicionais, cheios com areia ou com borracha para vedar a passagem do ar e diminuir as correntes de ar. E aproveitar para dar uso às mais-valias das lareiras Focus, tão belas quanto eficientes. Um conselho importante é lavar as peças de roupa de Inverno antes de as utilizar, nomeadamente cobertores, mantas, fronhas de almofadas e cortinados. É possível lavar na máquina de lavar roupa ou numa lavandaria profissional.

Quando for ligar a lareira, é conveniente limpá-la e colocar combustível renovado. Existem vários tipos de aquecedores, com destaque para as lareiras Focus e recuperadores de calor portáteis e ecológicos. Os aquecedores eléctricos são mais dispendiosos e as velas são pouco seguras, sobretudo se tiver crianças ou animais, pelo que não constituem boas opções. Pintar as paredes com cores claras pode ser uma boa ajuda para reter o calor e aproveitar a luz natural durante todo o Inverno.

São várias as dicas para um ambiente mais quente e sem gastar muito dinheiro. Basta apostar nas opções certas e seguir as dicas referidas. E desfrutar do calor da casa sem preocupações.

Para saber mais sobre lareiras Focus, contacte a sua loja de climatização na Internet

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Recuperador de calor e 10 dicas para um Inverno quente

21 de Março de 2020 by Jorge Alves Correia Deixe um comentário

Preprecuperador de calorare a chegada do Outono e antecipe as contingências do mau tempo que acompanha a estação, com especial destaque para as baixas temperaturas. O frio é um convite para ficar em casa, mas essa contingência pode ser aproveitada para reatar a relação a dois e conferir um pouco mais de romance ao dia-a-dia.

Uma peça essencial a instalar em sua cada antes que o frio aperte é um recuperador de calor, vital para aquecer o ambiente. Aproveite e siga algumas dicas de programas a dois para «aquecer os corações». A sua relação ou casamento vão agradecer os programas e achar os invernos futuros bastante menos penosos do que eram até aqui.

Dicas de programas a dois para fazer quando o «frio aperta»

1 – Compre um recuperador de calor ou uma lareira: é uma peça essencial para aquecer um ambiente e tornar a casa mais aconchegante e acolhedora

2 – Prepare um Fondue: o processo de preparação e de comer em torno da panela é romântico, sobretudo se for acompanhado por um bom vinho tinto. À sobremesa, sugerimos um fondue de chocolate e morangos…

3 – Dormir em posição fetal: o frio incentiva o contacto físico. De acordo com algumas pesquisas, os casais felizes dormem a menos de 3 centímetros de distância

4 – Filme a dois com direito a pipocas: recomenda-se um romance ou algo mais ousado. Ver um filme em frente à lareira ou ao recuperador de calor, acompanhado por pipocas, é um dos melhores programas de Inverno para se fazer a dois

5 – Cozinhar juntos: trata-se de uma tarefa que fortalece o vínculo entre o casal. Um programa que pode originar pratos únicos e diversas histórias para contar.

Um recuperador de calor pode ser uma ajuda ideal para um jogo de cartas a dois, com um desfecho imprevisível

6 – Jogar às cartas: acenda a lareira ou o recuperador de calor e prepare o ambiente para um jogo de cartas. O resultado pode ser prometedor…

7 – Ficar na cama até mais tarde: esqueça a rotina e fique na cama até mais tarde, aproveitando a companhia da «cara metade». Mais tarde, contribua nas tarefas do dia-a-dia, para não obter o efeito contrário.

8 – Banho de espuma: não há nada melhor para relaxar do que um bom banho de espuma, de preferência a dois.

9 – Chocolate quente à beira da lareira: óptimo programa para por a conversa em dia e ouvir aquela música romântica que faz recordar os bons velhos tempos. Tudo, à beira de uma aconchegante lareira ou de um moderno recuperador de calor.

10 – Pequeno-almoço na cama: não há nada melhor do que tomar um pequeno-almoço quentinho sob as cobertas da cama.

11 – Massagens: aqueça o ambiente, com recurso à lareira ou ao recuperador de calor e mãos à obra. A decoração, os acessórios e o ambiente podem ser mais-valias. A imaginação é o limite, aqui.

Para mais informações sobre uma boa lareira ou um recuperador de calor, contacte a sua loja de lareiras online

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Casa Passiva: a casa ecológica atinge um novo nível.

3 de Janeiro de 2020 by Marco Deixe um comentário

Casa Passiva: um conceito ecológico.

Já pensou em quanto pouparia o ambiente e as suas contas se a sua casa aproveitasse o meio ambiente para criar o seu conforto sem necessitar de recorrer a sistemas de climatização eléctricos?

Então pode pensar, porque a casa ecológica sustentável atingiu um ouro nível: chama-se casa passiva e é uma habitação desenhada a pensar nas potencialidades do terreno e clima em que se insere, mantendo a sua temperatura interior através o aproveitamento da luz solar através de um desenho estanque e energicamente eficiente.

Como a temperatura deve ser mantida relativamente idêntica, quer de Verão, quer de Inverno, o recurso a lareiras ou sistemas de ar condicionado são desnecessários, ainda que muitos clientes os instalem.

O Passive House Institute estima que nos últimos dez anos, mais de 25,000 edifícios de todos os géneros foram concebidos e construídos através da aplicação dos princípios da casa passiva, o que mostra uma tendência crescente para este tipo de arquitectura de alta eficiência energética.

Portugal, como país de clima temperado com ampla luz solar possui características únicas para a construção de edifícios do tipo passivhaus/passive house, e por isso mesmo existe já uma associação destinada a promover este enfoque arquitectural ecológico, a Associação Passivhaus Portugal, que tem entre as suas acções iniciativas de divulgação do conceito e formação de profissionais especializados no conceito de casa passiva.

Requisitos da casa passiva:

Uma casa passiva não é um objectivo fácil de obter, e a eficiência energética é um requisito incontornável e estritamente regulado. Assim, o requisito energético para o aquecimento não pode ultrapassar os 15 kWh por metro quadrado de espaço habitável por ano, com requisitos semelhantes para o arrefecimento. Já a necessidade energética primária total (aquecimento, água quente e electricidade) está limitada a 120kWh por ano por cada metro quadrado de espaço habitável.

A climatização passiva é igualmente estritamente controlada com fugas através de frinchas ou ranhuras a não poderem ser superiores a 0.6 do volume total da casa por hora, em condições de teste com uma pressão de 50 Pascals, além dum máximo de 10% das horas totais de um ano com temperaturas interiores acima de 25ºC, para temperaturas entre os 20ºC e os 26ºC de Verão ou Inverno.

Para cumprir estes requisitos, a casa passiva é concebida com amplas soluções de isolamento, recorrendo-se a janelas duplas e triplas, de preferência com revestimentos que impeçam a transferência térmica, como o criptónio (Kr) e o argónio (Ar), mas existem outras linhas mestras mais simples de seguir!

Casa passiva: domar o poder do sol.

casa passivaA regulação da temperatura numa casa passiva tem de ser equacionada à redução da energia necessária para a manter. Por isso, é em função das condições solares que as casas são desenhadas.

Assim, onde é necessário aproveitar ao máximo a luz solar, as janelas são viradas para o equador, o que em Portugal significa viradas para Sul.

Pelo contrário, onde é necessário reduzir a captação de luz solar e calor, as janelas e superfícies devem ser protegidas com estruturas desenhadas para projectar sombra.

O interior da casa passiva é depois desenhado com sistemas de ventilação e aproveitamento de calor de modo a manter a temperatura homogénea em todas as divisões.

Isto significa que numa casa ecológica com climatização passiva o recurso a sistemas de climatização activa só são realmente necessários por uma questão de gosto ou preferência pessoal, já que a temperatura se manterá relativamente estática ao longo do ano. Deste modo, os donos de casas ecológicas passivas podem orgulhar-se de possuírem habitações cuja pegada ecológica é verdadeiramente mínima.

E você, já sabe o que é uma casa passiva?

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