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Arquitectura, Construção e Imobiliário

Arquitectura, Engenharia Civil, Actividades especializadas de construção, Arrendamento de bens imóveis, Compra e Venda de Bens Imóveis


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Casa Passiva: a casa ecológica atinge um novo nível.

3 de Janeiro de 2020 by Marco Deixe um comentário

Casa Passiva: um conceito ecológico.

Já pensou em quanto pouparia o ambiente e as suas contas se a sua casa aproveitasse o meio ambiente para criar o seu conforto sem necessitar de recorrer a sistemas de climatização eléctricos?

Então pode pensar, porque a casa ecológica sustentável atingiu um ouro nível: chama-se casa passiva e é uma habitação desenhada a pensar nas potencialidades do terreno e clima em que se insere, mantendo a sua temperatura interior através o aproveitamento da luz solar através de um desenho estanque e energicamente eficiente.

Como a temperatura deve ser mantida relativamente idêntica, quer de Verão, quer de Inverno, o recurso a lareiras ou sistemas de ar condicionado são desnecessários, ainda que muitos clientes os instalem.

O Passive House Institute estima que nos últimos dez anos, mais de 25,000 edifícios de todos os géneros foram concebidos e construídos através da aplicação dos princípios da casa passiva, o que mostra uma tendência crescente para este tipo de arquitectura de alta eficiência energética.

Portugal, como país de clima temperado com ampla luz solar possui características únicas para a construção de edifícios do tipo passivhaus/passive house, e por isso mesmo existe já uma associação destinada a promover este enfoque arquitectural ecológico, a Associação Passivhaus Portugal, que tem entre as suas acções iniciativas de divulgação do conceito e formação de profissionais especializados no conceito de casa passiva.

Requisitos da casa passiva:

Uma casa passiva não é um objectivo fácil de obter, e a eficiência energética é um requisito incontornável e estritamente regulado. Assim, o requisito energético para o aquecimento não pode ultrapassar os 15 kWh por metro quadrado de espaço habitável por ano, com requisitos semelhantes para o arrefecimento. Já a necessidade energética primária total (aquecimento, água quente e electricidade) está limitada a 120kWh por ano por cada metro quadrado de espaço habitável.

A climatização passiva é igualmente estritamente controlada com fugas através de frinchas ou ranhuras a não poderem ser superiores a 0.6 do volume total da casa por hora, em condições de teste com uma pressão de 50 Pascals, além dum máximo de 10% das horas totais de um ano com temperaturas interiores acima de 25ºC, para temperaturas entre os 20ºC e os 26ºC de Verão ou Inverno.

Para cumprir estes requisitos, a casa passiva é concebida com amplas soluções de isolamento, recorrendo-se a janelas duplas e triplas, de preferência com revestimentos que impeçam a transferência térmica, como o criptónio (Kr) e o argónio (Ar), mas existem outras linhas mestras mais simples de seguir!

Casa passiva: domar o poder do sol.

casa passivaA regulação da temperatura numa casa passiva tem de ser equacionada à redução da energia necessária para a manter. Por isso, é em função das condições solares que as casas são desenhadas.

Assim, onde é necessário aproveitar ao máximo a luz solar, as janelas são viradas para o equador, o que em Portugal significa viradas para Sul.

Pelo contrário, onde é necessário reduzir a captação de luz solar e calor, as janelas e superfícies devem ser protegidas com estruturas desenhadas para projectar sombra.

O interior da casa passiva é depois desenhado com sistemas de ventilação e aproveitamento de calor de modo a manter a temperatura homogénea em todas as divisões.

Isto significa que numa casa ecológica com climatização passiva o recurso a sistemas de climatização activa só são realmente necessários por uma questão de gosto ou preferência pessoal, já que a temperatura se manterá relativamente estática ao longo do ano. Deste modo, os donos de casas ecológicas passivas podem orgulhar-se de possuírem habitações cuja pegada ecológica é verdadeiramente mínima.

E você, já sabe o que é uma casa passiva?

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Pavimento em madeira: as vantagens dos interiores em madeira.

16 de Dezembro de 2019 by Marco Deixe um comentário

casa-ecologica-casa-de-madeira - interiores em madeiraEstá a pensar em instalar pavimento flutuante? A madeira parece-lhe uma boa opção para decoração de interiores? Os interiores em madeira estão na moda para uma casa acolhedora, ecológica e confortável. No Norte da Europa, onde impera o frio e a neve, as habitações em madeira são há muito a opção de eleição. Vamos saber porquê?

As vantagens dos interiores em madeira.

  1. A madeira é amiga do ambiente: como material natural, a produção, transformação e manufactura a partir da madeira produz uma quantidade ínfima de poluição, em boa parte devida à maquinaria industrial, não ao material em si. Ao contrário de outros materiais de construção, a madeira é por isso completamente biodegradável e não gera lixo nem detritos difíceis de eliminar.
  2. A madeira tem propriedades isolantes: a madeira é um isolante 12 vezes mais eficaz que o cimento, o que significa que as estruturas de madeira são mais eficazes em separar as temperaturas interiores e exteriores, já que tem uma fraca condutividade ao calor. Isto significa que pavimento em madeira parecerá mais quente de Inverno que um pavimento de tijoleira, mas mais fresco de Verão.
  3. Controlo da humidade interior: a madeira demora anos até secar completamente, e tem propriedades muito atraentes na regulação da humidade interior. Quando a humidade aumenta, a madeira absorve-a, e quando a humidade baixa, a madeira liberta a sua água. Deste modo a madeira ajuda a regular a quantidade de água suspensa no ar e as suas propriedades de adaptação significam que distribuem melhor os efeitos de aparelhos de ar condicionado ou lareiras, produzindo divisões com temperaturas mais homogéneas.
  4. A madeira é um material durável: por paradoxal que possa parecer, a madeira pode ser mais durável que os materiais mais normais de construção, como o cimento. Tudo o que é preciso é escolher madeiras mais antigas que são mais duras e resistentes, menos propensas a quebras e distorções. Por isso, peças de madeira recicladas são hoje em dia muito procuradas e vendidas por valores avultados.
  5. Resistência: em termos de força em função de peso, a madeira é mais forte que betão armado, mas é muito mais leve. As habitações de madeira têm por isso maiores probabilidades de sobreviver a terremotos, cujos efeitos são proporcionais ao peso da habitação. Comparada com o cimento, a madeira é muito mais tênsil, e comparada com o aço, não adquire fatiga. Perante incêndios, porque tem aproximadamente 1/1000 da condutividade térmica do aço, enquanto este perde a força, a madeira mantém a sua por mais tempo. Esta virtude da madeira costumava ser usada no isolamento de cofres, já que em caso de incêndio a madeira no interior impediria o calor de queimar os valores guardados no cofre.

Tudo somado, interiores em madeira oferecem resistência e divisões confortáveis com condições de temperatura e humidade difíceis de obter com outros materiais sem tratamentos elaborados. Os tempos das madeiras simples já lá vão, e a tecnologia industrial actual permite o fabrico de equipamentos em madeira laminada de alta resistência e durabilidade.

Como evitar o apodrecimento dos interiores em madeira?

interiores em madeira

O principal defeito que se aponta aos interiores em madeira é que apodrecem, o que é efectivamente um mito.

A madeira pode evidentemente apodrecer, mas em condições normais de preservação e utilização, é mais durável que outros materiais de construção e decoração. Janelas, portas e mobiliário de madeira podem durar décadas enquanto alumínios e metais enferrujam e perdem a utilidade.

Para os interiores em madeira sofrerem degradação anormal, são necessárias condições extraordinárias de humidade e falta de tratamento. Contudo actualmente existem tratamentos anti-fúngicos e insecticidas que protegem a madeira contra insectos e organismos que conduziriam de outro modo ao seu apodrecimento.

Painéis de madeira bem tratados podem por isso durar 10 a 20 anos: lembra-se da última pintura ou revestimento que tenha durado tanto tempo sem necessitar de retoques?

Por isso já sabe: os interiores em madeira conferem à sua habitação um carácter próprio, além de níveis de conforto sem paralelo!

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Casa de banho de sonho: banheira redonda em espuma de espaço e prazer

25 de Novembro de 2019 by olinda de freitas Deixe um comentário

a banheira redonda tem tanto de espaço como de prazerNa altura de escolher a casa de banho à sua medida

há uma banheira redonda à espera de ser lembrada; é a banheira que prende a sua atenção – ou se não é deveria ser. Já pensou bem na importância que tem o banho na sua vida?

O que é que prefere, um duche vertical e fechado ou um momento de absoluto prazer, corpo esticado e relaxado, espuma macia, em um local da casa que merece o espaço de uma assoalhada como o quarto ou a sala – já que será lá que passará também uma boa parte da sua vida?

Banheira redonda, um banho como merece

Toda a gente sabe como é relaxante e completamente avesso à ansiedade um bom banho de imersão – antes de dormir proporciona relaxamento e um sono imaculadamente tranquilo.

Então porquê de na hora de escolher a banheira opta sempre por um rectângulo, que mal cabe lá dentro e mais parece que está em um caixão? Deixe-se disso. Há tanta variedade de banheira redonda no mercado para adaptar à sua decoração. Pode, inclusive, escolher a cor que mais se adequa a si ou ao momento que é banhar o corpo.

Algumas sugestões:

  • o vermelho aumenta a sua energia vital;
  • o rosa potencia-lhe o amor;
  • o laranja sugere-lhe mais energia;
  • o amarelo pica-lhe a criatividade;
  • o verde estimula-lhe a actividade física e mental;
  • o azul dá-lhe equilíbrio e calma;
  • o violeta actua como sedativo;
  • o dourado atiça-lhe o ânimo;
  • o prateado transporta-o para o mistério.

Ainda não está convencido com a banheira redonda?

Não sente incómodo em uma casa de banho pequena que quando está na sanita quase que bate com os queixos no lavatório e roça com a perna no bidé? Se não, ou é por ser muito baixo ou então não apreciar conforto. Que melhor pode haver do que descobrir a primeira luz do dia pelas grandes janelas da sua casa de banho enquanto se barbeia? E depois com tempo, sempre com tempo, entrar na sua piscina privada e quente, uma banheira redonda, que vai proporcionar-lhe um início de dia único? Pode ler o jornal, ligar o computador e até ver um filme na casa de banho quando está mais folgado. Já para não falar no que, e com quem, pode fazer dentro da sua banheira redonda tão charmosa.

E depois também se livra de cortinas e portas e preocupação com as águas que se soltam: na sua casa de banho que tem dimensões para alojar uma banheira redonda não há esse tipo de preocupação porque se privilegia o bem estar, a comodidade, a liberdade, a alegria. E, diga lá, parece-lhe que este ramalhete de características tem preço? Pois claro que não tem, a banheira redonda é um investimento e nunca um custo.

Por falar em investimento: está a chover, muito frio, que tal instalar um aparelho quentinho na sua casa de banho para aumentar ainda mais a sua qualidade de vida? Olhe o Tower Up, uma alternativa altamente económica, face às lareiras tradicionais, e igualmente romântica. Já tem tudo, decida-se, opte pela banheira redonda.

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Onde morar: pensar sobre a casa pode fazer toda a diferença

19 de Novembro de 2019 by olinda de freitas 1 comentário

casa girassolJá parou para pensar na significância de uma casa?

Da sua casa, pois claro, aquele local que deve ser – mais do que outra coisa qualquer – um oásis, o seu oásis. Sozinhos ou acompanhados, com agregado pouco ou muito, todos temos, ou antes deveríamos ter, vamos esquecer por momentos a realidade miserável em que uma fatia bem considerável da população vive, o nosso espaço – ainda que seja com pouco espaço.

Há quem prefira apartamentos, espaços mais controlados, em que a economia do tempo e também do dinheiro é, e muito, levada em consideração: não existe aquela zona exterior que é preciso manter tão limpa e asseada como o interior; igualmente não há um jardim para cuidar nem um quintal para plantar.

Outro tipo de restrições que distinguem o apartamento de casa com outra tipologia tem que ver com animais domésticos – em um apartamento pode, no máximo, para que se mantenham razoáveis condições de conforto e salubridade, e isto dependendo do número de assoalhadas, um a dois cães ou gatos de porte pequeno, uma gaiola com pássaros e um aquário. Vizinhos por cima, por baixo e aos lados condicionam o silêncio e também aquela despesa extra do condomínio.

Uma casa individual, sim, eu sei, é outra coisa…

Pense bem no orçamento que tem e procure, não desista, aquela casa térrea e independente onde pode beijar flores e trepar aos sonhos das árvores que sabe que vai plantar. Procurar fora dos grandes centros urbanos, na periferia ou até bem no interior, pode ser uma boa opção e talvez nem fique assim tão mais dispendioso – será uma questão de fazer uma pesquisa em imobiliárias ou até mesmo aproveitar um fim-de-semana de sol para dar um passeio enquanto investiga sobre o seu oásis.

Não lhe parece bem associar a ideia de casa, de lar, sim porque uma casa não é um mero dormitório mas um cantinho de tempos e memórias e alegrias que também podem ser tristes, a um oásis? Uma casa, um lar, fica ali onde carregamos e descarregamos vida.

Agora toquei-lhe na parte fraca, quero dizer bem forte, dos sonhos?

Então aproveite e venha daí até à casa Girassol – já ouviu falar?

A casa Girassol é mesmo aquela no canto superior direito que está a ver na fotografia, um conceito que explora a casa na relação directa com o sol – uma casa que se adapta aos seus residentes consoante a rotina e a necessidade de espaço, ocupação e utilização.

Esta casa exerce um movimento de rotação sobre si mesma e em busca da luz solar – uma ideia criativa, absolutamente made in Portugal e por Portugueses, e empreendedora que alia a exploração energética do sol ao design. Este projecto terá sido desenvolvido pela Universidade do Porto e parece-me uma excelente iniciativa que veio para ficar – saiba mais aqui.

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Humidade nas paredes? Saiba como gerir a humidade interior.

10 de Novembro de 2019 by Marco 1 comentário

A humidade nas paredes está no seu apogeu com o tempo frio e húmido que se faz sentir neste Inverno, quando a humidade interior das nossas casas aumenta e as manchas pretas surgem nas nossas imaculadas paredes.

Os níveis de humidade no interior de casa devem manter-se entre os 30% e os 50%, sendo valores acima dos 60% prejudiciais para a nossa saúde, já que proliferam os fungos, os bichos da humidade, e a condutividade do ar húmido leva a uma mais rápida drenagem da nossa temperatura corporal. É por isso que durante o Inverno, um ar demasiado húmido causa desconforto e sensação de frio.

À medida que o ar interior acumula humidade, a humidade nas paredes é apenas um dos sintomas mais visíveis e notórios do problema. Com o tempo, o mofo impregna a roupa de maus odores, as aplicações em madeira (do tipo pavimento flutuante, Pladur, etc.) degradam-se, assistem-se a deformações no mobiliário, oxidação acelerada de materiais expostos, deterioração de alimentos (bolor, dissolução dos elementos açucarados, etc.).

Para o organismo humano, humidade excessiva também significa problemas de ossos e respiratórios, principalmente para os indivíduos mais propensos a problemas pulmonares e alérgicos como a asma.

Porque tenho a casa húmida?

A humidade interior pode ter causas diversas. Efectivamente, a nossa acção diária é a principal responsável pela acumulação de humidade nas paredes e na casa em geral, à medida que tomamos banho ou cozinhamos, duas actividades que libertam vapor em quantidades substanciais.

Como o ar frio tem uma menor capacidade de retenção de água, à medida que a temperatura baixa, o vapor de água condensa nas superfícies frias.

É por isso que enquanto o ar quente do Verão tende para a humidade, o ar de Inverno é tendencialmente mais seco, mas esta película constante de água sobre os materiais irá afectá-los irrevogavelmente.

Como controlar a humidade da minha casa?

A aquisição de desumidificador ou ar condicionado são duas soluções de grande eficácia para controlar os níveis de humidade e eliminar a humidade nas paredes, mas ao não resolverem o problema de base, podem tornar-se dispendiosos no seu uso contínuo. Em alternativa existem procedimentos que podem ser adoptados por forma a melhor controlar os níveis de humidade na nossa casa.

As janelas são tradicionalmente as superfícies mais problemáticas onde mais condensação se gera. Controlar este problema passa pela instalação de revestimentos nos vidros ou instalação de janelas duplas de forma a reduzir o choque térmico com o frio exterior. Para evitar a entrada de ar frio do exterior, a calafetagem das superfícies e ranhuras é igualmente uma solução de grande eficácia. Se deixado sem intervenção, o ar frio que entra contribuirá para o arrefecimento acrescido destas superfícies, gerando ainda maior condensação.

Enquanto cozinha, evite fazê-lo com os tachos e panelas destapados, eliminando assim a fuga de vapor de água em excesso, e se possível, mantenha o exaustor ligado. O mesmo é válido para o banho, devendo evitar-se a porta fechada e instalando sempre que possível alguma forma de ventilação que elimine o vapor gerado durante o banho.

Pela natureza da combustão, os fogões e aparelhos a gás geram humidade, pelo que a opção por cozinhados em aparelhos eléctricos será igualmente uma opção mais eficaz em termos de produção de humidade.

Finalmente, se a sua cave tem problemas persistentes de humidade nas paredes, deve verificar se o solo circundante não está saturado de água. Isto acontece com sistemas de drenagem de água pouco eficazes e poderá ter de verificar as suas calhas e algerozes, fazendo-os despejar as águas pluviais para sarjetas e canais de drenagem que aliviem a carga de água no solo.

Resolvido o problema, é possível tratar as paredes com tinta anti-humidade cuja aplicação tem as suas próprias especificidades e uma empresa especializada em isolamentos poderá aconselhá-lo melhor quanto ao que deve fazer de modo a melhor climatizar a sua habitação.

Humidade nas paredes numa casa nova?

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De facto, humidade nas paredes de uma construção nova não é uma ocorrência tão rara quanto se possa pensar, já que se deve à evaporação da água retida nos materiais de construção à medida que estes secam e continuarão a secar durante períodos que podem ultrapassar o ano. Nestes casos, um desumidificador é uma solução útil, existindo várias empresas que os alugam.

Por isso, já sabe: comprar um desumidificador ou um ar condicionado são apenas duas soluções. Para evitar a humidade nas paredes existe um conjunto de rotinas fáceis de manter ou revestimentos como tinta anti-humidade e fungos, que certamente o ajudarão a manter a sua casa em melhor estado, obtendo um nível de conforto mais elevado para si e para a sua família.

Aqui fica um pouco de humor “húmido”:

 

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Lareiras eléctricas: quais as vantagens?

26 de Outubro de 2019 by Jorge Alves Correia 5 Comentários

lareira eléctrica As lareiras eléctricas surgem como uma alternativa moderna mais prática e eficiente que as lareiras tradicionais. A lareira deixou de ter apenas a conotação tradicional de aquecimento doméstico para passar a ser um ícone de junção do tradicional com o design moderno, pelo seu valor estético entretanto adquirido.

As lareiras tradicionais funcionam a lenha e necessitam por isso da instalação de uma chaminé por onde se escoam os fumos e todo um ritual de alimentação do fogo com madeira. Proceder à compra de uma lareira é por isso uma decisão que deve ser ponderada.

Quais são as vantagens das lareiras eléctricas?

As lareiras eléctricas são, no fundo, aquecedores eléctricos que substituem as lareiras mais tradicionais que funcionam a lenha ou a gás. Através de uma instalação eléctrica, podem funcionar para proporcionar aquecimento mas também apenas pelo prazer visual da chama artificial que produzem.

Existem várias vantagens nas lareiras eléctricas:

– Permitem desfrutar de um foco de aquecimento que em tudo se assemelha à lareira tradicional, sem o inconveniente de ter de se adquirir, armazenar e manusear a lenha que alimenta o equipamento. Por outro lado, com as lareiras eléctricas não é necessário o processo de limpeza das cinzas resultantes do processo após a utilização do equipamento. Trata-se por isto de uma opção mais limpa que as lareiras tradicionais.

– O aquecimento é feito de forma eficaz, uma vez que o calor produzido não escoa pela chaminé, o que acontece com as lareiras a lenha, por exemplo, que desperdiçam grande parte do calor por esse motivo. As lareiras eléctricas convertem 100% da sua energia em luz e calor.

– Uma vez que não é necessária uma chaminé para eliminar os fumos produzidos, é possível instalar uma lareira eléctrica em quase qualquer parte da casa, e em caso de remodelações é muito mais viável a alteração do local onde está (ou será) instalada.

– Também ao nível da instalação, uma vez que são equipamentos mais simples que as lareiras a lenha, podem ser adquiridos e instalados sem necessidade da presença de um profissional especializado, e consideram-se por isso equipamentos portáteis, de fácil transporte.

– Outra das vantagens das lareiras eléctricas prende-se com a facilidade de acesso à fonte de alimentação. Através de qualquer ligação eléctrica, é possível accionar o processo de aquecimento da lareira.

– Tratando-se de um equipamento controlável através da ligação eléctrica, é também muito simples controlar a intensidade do calor produzido. Para além disso, o risco de queimaduras também é menor. Concluímos que as lareiras eléctricas são mais seguras.

– Em termos visuais, é possível reproduzir a imagem apelativa dos troncos a queimar ou até mesmo da chama enquanto a madeira crepita. Trata-se por isso de uma aquisição fundamental para a decoração de uma sala em dias de Inverno.

Existem desvantagens em adquirir uma lareira eléctrica?

Será de salientar que, apesar de todas as vantagens das lareiras eléctricas, trata-se de uma aquisição cujo valor de compra é normalmente superior ao de aquisição de uma lareira tradicional a lenha ou a gás.

Comparando com uma lareira a lenha, a lareira eléctrica é uma opção mais económica em termos de alimentação e manutenção do calor, sendo mais barato adquirir a madeira do que os gastos energéticos de uma lareira eléctrica.

Em termos de comparação com as lareiras a gás:

– Estudos feitos relevam que o gasto energético será normalmente maior nas lareiras a gás assim como a fuga de calor, comparativamente às lareiras eléctricas.

– Em caso de falha de abastecimento eléctrico, a utilização do equipamento fica comprometida, à semelhança do que acontece com as lareiras a gás.

– Evidencia-se também o facto de estes equipamentos não poderem ser expostos às condições climatéricas, nem produzirem um aquecimento tão exponencial como as lareiras tradicionais, pelos condicionalismos energéticos a que estão sujeitos. O processo de combustão da lareira a lenha permite mais rapidamente atingir temperaturas mais altas que as lareiras eléctricas.

Vive em Lisboa? Visite a Pedra e Decoração, espreite as lareiras eléctricas e passe este Inverno confortável a desfrutar da sua lareira nova.

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